sexta-feira, 18 de junho de 2010

Morte por pena de morte.

Video criado pela agência TBWA. Uma campanha contra a pena de morte feita pela Anstia internacional




Amnesty International from Digital District™ VFX Post-Pro on Vimeo.

agency : TBWA
director : Pleix
production : Warm & Fuzzy
post-production : Digital District

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Publicidade: as maiores de 2009

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A edição 1411 do jornal especializado em publicidade e marketing, Meio & Mensagem, com data de 31 de Maio de 2010, trouxe o especial Agências & Anunciantes 2010, que já se tornou uma fonte tradicional de consulta de todo o mercado.
Entre 2002 e 2009, subiu de 19,3% para 28,3% a participação dos 30 maiores anunciantes da iniciativa privada na compra total de mídia no país. No caso das agências, neste mesmo intervalo de oito anos, cresceu de 45,7% para 55,1% a participação na compra de mídia das 50 maiores.
Um pequeno grupo de 19 empresas controladas total ou majoritariamente pelas gigantes multinacionais da publicidade (Aegis, Dentsu, Havas, Interpublic, Omnicom, Publicis e WPP) respondeu por um terço de toda a compra de mídia no Brasil. O índice de 32,9% constatado em 2009 contrasta com os 24,6% de 2002. Veja nas tabelas abaixo os dez primeiros dos rankings de agências e anunciantes.

As 10 maiores agências de 2009 - com desconto (em R$ mil)
1- Y&R - R$ 1.864.505
2- AlmapBBDO - R$ 689.821
3- BorghiErh/Lowe - R$ 597.804
4- Ogilvy & Mather Brasil - R$ 584.122
5- JWT - R$ 573.375
6- Neogama/BBH - R$ 524.430
7- DM9DDB - R$ 514.467
8- Fischer+Fala - R$ 432.374
9- Africa - R$ 427.769
10- F/Nazca S&S - R$ 393.881

Os 10 maiores anunciantes em 2009 - com desconto (em R$ mil)
1- Casas Bahia - R$ 1.186.166
2- Unilever Brasil - R$ 793.076
3- Ambev - R$ 373.165
4- Caixa (GFC) - R$ 350.279
5- Bradesco - R$ 288.150
6- Hypermarcas - R$ 287.227
7- Fiat - R$ 256.052
8- Hyundai Caoa - R$ 228.269
9- Petrobras (GFC) - R$ 225.336
10- TIM Brasil - R$ 220.421

A seguir, a lista das 30 empresas anunciantes que mais compraram mídia no Brasil em 2009, com os valores de investimentos (em R$) reportados pelo ranking do Ibope Monitor:

Casas Bahia – 3.059.239.000
Unilever – 1.941.632.000
Ambev – 914.580.000
Caixa Econômica Federal – 847.500.000
Hyundai Caoa – 744.504.000
Fiat - 737.947.000
Bradesco – 735.412.000
Hypermarcas – 682.147.000
TIM – 577.903.000
10º Ford - 557.021.000
11º Petrobras – 546.736.000
12º GM - 508.018.000
13º Coca-Cola – 492.906.000
14º Volkswagen – 485.956.000
15º Danone – 464.430.000
16º Reckitt Benckiser – 460.429.000
17º Vivo – 456.328.000
18º Claro - 452.736.000
19º Colgate Palmolive – 431.011.000
20º Grupo Pão de Açúcar – 421.425.000
21º Itaú – 415.494.000
22º Cervejaria Petrópolis – 397.799.000
23º Ponto Frio – 392.181.000
24º Procter & Gamble – 372.654.000
25º Peugeot Citroën – 368.288.000
26º Insinuante - 361.277.000
27º Banco do Brasil – 333.711.000
28º Avon – 301.548.000
29º Ricardo Eletro – 300.236.000
30º Supermercado Guanabara – 289.206.000


Fonte: Meio & Mensagem On-line

Marketing Ambiental: valor agregado ao produto




O texto a seguir é uma reprodução da matéria "Marketing Ambiental agrega valor ao produto", retirado do site www.marketing.com.br, mas com fonte originada em http://www.amda.org.br/

O que é o Marketing Ambiental?
Também conhecido como marketing ecológico ou verde, o marketing ambiental é uma modalidade que visa enfocar as necessidades de consumidores ecologicamente conscientes e contribuir para a criação de uma sociedade sustentável.

Como ele surge?
A primeira etapa coincide com a época em que a ecologia passou a merecer atenção, na segunda metade do século XX.
A legislação ambiental, a pressão de grupos ambientalistas e o surgimento de consumidores que querem qualidade de vida condicionam o mercado e criam ambiente propício para o desenvolvimento do marketing ambiental. Ao utilizar estratégias desta modalidade, empresas e outras entidades, entre elas as organizações não-governamentais reforçam uma imagem positiva frente à sociedade e posicionam seu produto ou serviço no mercado, diferenciando-o dos demais.
Historicamente, o grande propulsor foi a obediência à legislação. E por esta ótica, muitas vezes, o fato era e ainda é encarado como custo adicional. Esta visão limitada não permite ver que atuar sobre os impactos ambientais agrega valor ao produto ou serviço prestado. No Brasil, a legislação ambiental está alterando significativamente a economia. Junte-se a isto o fato de que a parcela de consumidores verdes está se ampliando para constatar que não agir em conformidade com a lei e exigências de consumidores pode trazer prejuízos significativos ao bolso e à imagem de uma empresa ou entidade.
Além das exigências legais, os parceiros comerciais também estão ficando mais exigentes ecologicamente, principalmente, quando o produto será exportado, quando é preciso atender também aos requisitos legais do país importador. Um dos requisitos é a certificação ambiental, ISO 14.000 e selos de garantia ecológica, que atestam que aquele produto é produzido em conformidade com as exigências ambientais. Desta forma, fica evidente que esta modalidade de marketing surge mais como uma resposta que empresas e outras entidades dão à sociedade que lhes cobra responsabilidade ambiental pelo processo de produção.
Muitos países já introduziram os “eco-selos” ou “selos verdes', que garantem que os produtos foram produzidos dentro de padrões severos e restritos de “qualidade ecológica” aprovados em nível nacional. Para usar o selo, a empresa submete-se a constantes supervisões e auditorias. Para os consumidores, os selos são uma referência importante na escolha e decisão de compra do produto, pois significam que a empresa está ecologicamente correta.
Já a obtenção da certificação ISO 14000 envolve a elaboração da análise do ciclo de vida do produto e da rotulagem ambiental. O primeiro implica em avaliar todos os estágios de sua produção, de forma a identificar os efeitos sobre o meio ambiente dos componentes e processos. Vai desde a extração de matérias-primas, inclusive o consumo de energia para fabricação, até a disposição adequada e reciclagem.
A certificação pode significar um elemento importante do marketing para produtos e empresas. A ISO 14.000 e o selo verde são mais um recurso de marketing à disposição no mercado, pois informam ao público e aos clientes potenciais o comprometimento da empresa com as práticas ambientais. 

O que uma empresa ganha com o marketing ambiental?
O marketing verde é bom para as empresas porque busca a eficiência no uso dos materiais e também ajuda a reduzir os custos. Empresas que não responderem às questões ambientais com produtos mais seguros e ambientalmente mais saudáveis estão se arriscando a perder a sintonia com o consumidor.
Ao empregar estratégias de marketing ambiental, a entidade pode aumentar sua credibilidade e legitimidade, definir sua personalidade, área de atuação e imagem, além de agregar valor à marca junto aos diversos compradores.

Como uma empresa pode ser considerada "verde"?
Ser “verde” ou ambientalmente correto não se limita, por exemplo, a inventar novas embalagens recicláveis, mas sim a administrar uma cadeia de fatos que envolvem várias etapas, desde a fabricação, relação com fornecedores, clientes, empregados, mídia e comunidade.
Implantar sistemas de gerenciamento ambiental e investir em projetos ambientais fazem parte e são a base inicial do desenvolvimento e implantação de uma completa estratégia de marketing ambiental, que tem início na definição da política de gestão e culmina com a divulgação para o mercado de uma empresa verde. É preciso criar uma nova cultura empresarial.
Ao se traçar uma estratégia de marketing ambiental para uma empresa é preciso começar pelos modos de produção, fazendo-se alguns questionamentos básicos como: quais materiais podem ser reciclados? O que pode ser feito para garantir mais durabilidade e longevidade aos produtos? Que tipo de componentes poluentes podem ser eliminados ou substituídos? Quando a empresa torna-se uma ecoempresa, ela vende mais do que produtos e serviços de qualidade, vende uma nova alternativa.
O grande desafio é conjugar melhoria contínua da qualidade ambiental das instituições com melhores resultados econômicos, em termos de eficiência produtiva. Alguns aspectos importantes devem ser considerados como economia de recursos naturais e energéticos, reaproveitamento de resíduos e reciclagem, comercialização de resíduos ou seu tratamento antes do lançamento na natureza, conquista de novos mercados, melhoria da comunicação com as comunidades e instâncias governamentais, inclusive com a redução de custos decorrentes de multas e indenizações.
Internamente, é preciso desenvolver, em todos os níveis de funcionários, campanhas de conscientização de que o descuido com os problemas ambientais pode comprometer o conceito da empresa; de que os recursos naturais são patrimônio da comunidade e que a responsabilidade em preservar o meio ambiente é de todos aqueles que trabalham na empresa e não apenas na diretoria da empresa.

Quem pode desenvolver estratégias de marketing ambiental?
O desenvolvimento de estratégias de marketing ambiental é possível tanto para o setor produtivo como para entidades do terceiro setor que atuam na área ambiental e que necessitam, no desenvolvimento de suas atividades, do aval e adesão da sociedade.
A aliança entre estes dois setores também podem render criativas campanhas que tenham como estratégia o marketing ecológico. No exterior é inclusive bastante comum as parcerias entre entidades ambientalistas e iniciativa privada, também existentes no Brasil. Na verdade, o apoio das empresas aos projetos ambientais já são uma resposta à sociedade que está mais exigente em relação ao processo de produção e em relação à responsabilidade do setor produtivo para com os recursos naturais.

Quem é o consumidor verde?
O consumidor verde prefere e paga mais por produtos ecológicos, não adquire produtos com empacotamento excessivo, prefere produtos com embalagem reciclável e/ou retornável, evita comprar produtos com embalagens não biodegradáveis, observa os selos verdes, entre outros comportamentos incorporados.

Como identificar as oportunidades de se empregar o marketing ambiental?
As oportunidades de marketing verde podem surgir de várias formas, uma delas é quando o público alvo está mais interessado em conhecer as vantagens ambientais do produto. Também é bastante difundido e visto como positivo o patrocínio de atividades ecológicas. As estratégias de marketing começam no planejamento estratégico da produção, visando-se assim aumentar a lucratividade.

Marketing Ambiental é moda?
Ainda é comum que o marketing verde seja tratado como moda por muitos, uma espécie de mania que estimula a venda em alguns poucos mercados, durante algum tempo. Em 1990, a explosão do marketing verde acompanhou o 20º aniversário do Dia da Terra. E, dois anos depois, o Wall Street Journal divulgou matérias de que o marketing verde estava definhando, o que não aconteceu.
O que na verdade ocorreu foi o seu amadurecimento, mudanças em sua concepção, tanto no significado de termos como ‘verde' e biodegradável como nas técnicas de implantação do marketing ecológico. Já não basta colocar uma logomarca ecológica nos rótulos ou colorir rótulos e embalagens em tons de verde.

Autora: Adriana Valério - Jornalista (*) 
* O texto é uma síntese do trabalho monográfico de conclusão do Curso de Pós-Graduação em Marketing e Comunicação, do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), disponível na biblioteca do UNI-BH. Se quiser receber o texto na íntegra via Internet entre em contato com Adriana Valério, pelo Fale com a Gente do Portal da Amda.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ufanismo

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Você sabia que o termo ufanismo, tal qual como é concebido, existe somente no Brasil? Mas, por quê? E o que é o ufanismo?
O termo surgiu a partir de uma obra do conde Afonso Celso (1860-1938), intitulada Porque me Ufano de meu País. O termo refere-se à auto-vanglorização do Brasil, na qual os seguidores da idéia, ou ufanistas, extrapolavam ao se vangloriar desmedidamente das riquezas brasileiras, muitas vezes expondo a si e ao país a uma situação que seria interpretada por outros como jactância, bazófia e vaidade.
E o que isso a ver com propaganda? O ufanismo foi bastante empregado na era da ditadura militar tupiniquim. Uma de suas peças mais conhecidas era um banner onde dizia: "Brasil: ame-o ou deixe-o!". Seria como dizer: "amigo, esse país é bom demais pra você. Se não está satisfeito, caia fora!". Mas, a propaganda ufanista era utilizada para para conseguir a simpatia do povo e induzi-lo a uma sensação de otimismo generalizado, visando esconder os problemas do regime.
Nesta época surgiram, então, os lemas e as músicas de apoio ao governo. As pessoas (principalmente as crianças) eram incentivadas a usar adesivos com a inscrição "Brasil: Ame-o ou deixe-o!" nas janelas dos automóveis, de casa etc.


Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Budweiser Viral

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O Marketing Viral - bem como a Publicidade Viral - está, assim como sugere até o nome, se tornando uma febre que parece não ter mais fim. Ainda bem que esse tipo de febre não ocasiona efeitos colaterais intensos, a não ser "infectar" o consumidor e fazer com que ele passe isso para frente.
As grandes marcas estão cada vez mais apostando nesse tipo de divulgação, já que utiliza bastante do humor para persuadir o consumidor. No marketing ou publicidade viral, usa-se vídeos bem produzidos e bem-humorados para prender a atenção das pessoas, as quais poderão passar o vídeo para outras, encaminhando-os por e-mail, por exemplo,  estas para outras e assim por diante. E funciona? Bem, a partir do momento em que o video tenha algo de interessante e que valha a pena encaminhá-lo aos amigos e assim sucessivamente, quer dizer que a "infecção" foi bem sucedida. A marca, sem dúvida, ficará gravada nas mentes daqueles que assistirem aos vídeos, que acabarão divulgando-os também boca-a-boca, e não só por e-mail ou redes sociais.
Abaixo, temos dois vídeos interessantes da Budweiser, que foram produzidos com vistas no poder do marketing viral. Assista-os. Comente-os.

Vídeo 1: um homem tem seu carro danificado em plena região oeste dos EUA, onde normalmente as pessoas mais velhas são altamente tradicionais e conservadoras. Ao pedir ajuda na casa mas próxima, ele é recebido por um homem sisudo e por sua (hhhmmm...) maravilhosa filha. O resultado você acompanha abaixo.



Vídeo 2: dá pra imaginar a correria que deve ser quando um órgão chega para ser transplantado. Enfermeiros, médicos, piloto do helicóptero que o transporta, enfim, a equipe toda fica, sem dúvida, quase que descontrolada. É a hora em que algo pode sair de errado e... bem, assista ao vídeo e faça seu comentário a respeito.



Abraço e até o próximo post.

Ozzy Osbourne: susto em museu de cera

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O Museu Madame Tussaud, em New York City, é onde estão os bonecos de cera mais realistas do mundo. Tão realistas que, se você fizer uma foto ao lado de um dos bonecos e voltar da viagem dizendo aos amigos que conheceu Bono Vox, mostrando-lhes a foto, sem dúvida, eles vão achar que você teve muita sorte.
Mas, o que aconteceu recentemente no museu foi de deixar os visitantes ainda mais intrigados e contentes. Eis que, para divulgar seu novo álbum, Scream (grito, em português), ninguém menos que Ozzy Osbourne - ex-Black Sabbath -, em pessoa, não em cera, pregou uma peça bem-humorada sobre os visitantes do museu. Ao aproximarem do "boneco" de Ozzy, este se mexia e assustava os visitantes que, em contrapartida, gritavam e saíam correndo. Levando-se em consideração o título do álbum, a ação de marketing desenvolvida por Ozzy vem a calhar. É pena que o museu Tussaud não é itinerante, pois poderia ser uma chance para outros fãs do rockeiro "comedor de morcegos" (também outra ação de marketing acerca do artista) conhecerem mais de perto seu ídolo.
Abaixo, o vídeo produzido pela equipe de Ozzy para registrar os sustos dos visitantes.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Propaganda de Garotinho é vetada no RJ


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A propaganda partidária do Partido da República, do ex-governador do Rio Anthony Garotinho, foi suspensa pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Aldir Passarinho Junior por conter uma série de críticas ao governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB).

O PMDB acusou o PR de usar as inserções de 30 segundos em exibição para fins eleitorais ao atacar Cabral, que é pré-candidato à reeleição. Garotinho também é pré-candidato.

Fonte: Diário Catarinense on-line