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Há cerca de 20 meses, chegou ao Brasil o mais esperado de todos os celulares (ou seria pecado chamá-lo de celular?): o iPhone, da Apple. De longe, um dos mais completos gadgets já lançados no mercado, o IPhone ganhou o coração e os dedos de milhares de usuários no mundo todo (ou quase, já que existem países que não possuem tecnologia ou liberdade para isso), inclusive, nas terras tupiniquins.
Porém, quem hoje vai a uma loja adquirir o iPhone, deve ter, antes de tudo, paciência de Jó, ou ser budista praticante e apaixonado. Sim, porque paciência é o que as lojas estão pedindo - logo depois de pedir todos os seus dados para cadastro e aprová-lo -, devido ao fator "demanda", que parece não estar sendo cumprido pelo fabricante. Exatamente isso: os fornecedores, aqui (e acredito que em outras partes do planeta), jogam a responsabilidade sobre o fabricante, pode não estar conseguindo cobrir todos os pedidos a tempo.
Por outro lado, arruma-se mais um problema: quando chegar seu celular, provavelmente, outro modelo estará sendo lançado no mercado. Mais uma vez, se o cliente quiser ficar em sintonia com o que há de última geração, terá que esperar por sabe-se lá quanto tempo. Assim, nem Buda, nem Jó dão jeito.
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