sexta-feira, 28 de maio de 2010

Budweiser Viral

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O Marketing Viral - bem como a Publicidade Viral - está, assim como sugere até o nome, se tornando uma febre que parece não ter mais fim. Ainda bem que esse tipo de febre não ocasiona efeitos colaterais intensos, a não ser "infectar" o consumidor e fazer com que ele passe isso para frente.
As grandes marcas estão cada vez mais apostando nesse tipo de divulgação, já que utiliza bastante do humor para persuadir o consumidor. No marketing ou publicidade viral, usa-se vídeos bem produzidos e bem-humorados para prender a atenção das pessoas, as quais poderão passar o vídeo para outras, encaminhando-os por e-mail, por exemplo,  estas para outras e assim por diante. E funciona? Bem, a partir do momento em que o video tenha algo de interessante e que valha a pena encaminhá-lo aos amigos e assim sucessivamente, quer dizer que a "infecção" foi bem sucedida. A marca, sem dúvida, ficará gravada nas mentes daqueles que assistirem aos vídeos, que acabarão divulgando-os também boca-a-boca, e não só por e-mail ou redes sociais.
Abaixo, temos dois vídeos interessantes da Budweiser, que foram produzidos com vistas no poder do marketing viral. Assista-os. Comente-os.

Vídeo 1: um homem tem seu carro danificado em plena região oeste dos EUA, onde normalmente as pessoas mais velhas são altamente tradicionais e conservadoras. Ao pedir ajuda na casa mas próxima, ele é recebido por um homem sisudo e por sua (hhhmmm...) maravilhosa filha. O resultado você acompanha abaixo.



Vídeo 2: dá pra imaginar a correria que deve ser quando um órgão chega para ser transplantado. Enfermeiros, médicos, piloto do helicóptero que o transporta, enfim, a equipe toda fica, sem dúvida, quase que descontrolada. É a hora em que algo pode sair de errado e... bem, assista ao vídeo e faça seu comentário a respeito.



Abraço e até o próximo post.

Ozzy Osbourne: susto em museu de cera

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O Museu Madame Tussaud, em New York City, é onde estão os bonecos de cera mais realistas do mundo. Tão realistas que, se você fizer uma foto ao lado de um dos bonecos e voltar da viagem dizendo aos amigos que conheceu Bono Vox, mostrando-lhes a foto, sem dúvida, eles vão achar que você teve muita sorte.
Mas, o que aconteceu recentemente no museu foi de deixar os visitantes ainda mais intrigados e contentes. Eis que, para divulgar seu novo álbum, Scream (grito, em português), ninguém menos que Ozzy Osbourne - ex-Black Sabbath -, em pessoa, não em cera, pregou uma peça bem-humorada sobre os visitantes do museu. Ao aproximarem do "boneco" de Ozzy, este se mexia e assustava os visitantes que, em contrapartida, gritavam e saíam correndo. Levando-se em consideração o título do álbum, a ação de marketing desenvolvida por Ozzy vem a calhar. É pena que o museu Tussaud não é itinerante, pois poderia ser uma chance para outros fãs do rockeiro "comedor de morcegos" (também outra ação de marketing acerca do artista) conhecerem mais de perto seu ídolo.
Abaixo, o vídeo produzido pela equipe de Ozzy para registrar os sustos dos visitantes.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Propaganda de Garotinho é vetada no RJ


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A propaganda partidária do Partido da República, do ex-governador do Rio Anthony Garotinho, foi suspensa pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Aldir Passarinho Junior por conter uma série de críticas ao governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB).

O PMDB acusou o PR de usar as inserções de 30 segundos em exibição para fins eleitorais ao atacar Cabral, que é pré-candidato à reeleição. Garotinho também é pré-candidato.

Fonte: Diário Catarinense on-line

Designers For Obama




Yes, We Can!

Sim, nós podemos! Seria uma frase comum, se dita por uma pessoa comum. Contudo, foi dita pelo candidato mais celebrado dos Estados Unidos, hoje, seu presidente, Barack Obama.
À época das prévias e longas viagens dos candidatos, uma agência de publicidade norte-americana, a Spike-DDB, dirigida por ninguém menos que Spike Lee (roteirista e diretor hollywoodiano - "Faça a Coisa Certa", "Malcom X"), fez uma espécie de convocação de gênios do design para criarem materiais que poderiam servir na divulgação da candidatura de Obama. A participação foi mais do que o esperado e o nível de criatividade foi tão alto que o resultado disso foi um livro de capa dura, formato grande, com 182 páginas, intitulado "Designers for Obama".
Trata-se de uma obra de importante referência visual, da qual designers e publicitários de qualquer parte do planeta podem se orientar ou buscar inspiração, dado o excelente nível dos trabalhos.
O livro contém pouco texto, já que as imagens, evidentemente, é que compõem a suma comunicativa da obra. Está escrito em espanhol, inglês, italiano e português lusitano. Disponível nas melhores livrarias do país.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Quando um "Erro" torna-se Arte

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Lembro-me quando ganhei minha primeira câmera fotográfica de verdade, lá pelos idos de 1980. Fotografava de tudo, até o "nada". Como assim, o nada? Simples, errava o shot e a imagem saía borrada, indecifrável e esquisita. Ou seja, errava feio, enquanto iniciante-fotógrafo-amador.
Mas, o tempo foi passando e a mentalidade das pessoas mudou. E como! A sensibilidade para a arte ficou tão aguçada que até o que era considerado erro tornou-se arte. Arte abstrata.
Isso é conseguido por meio de uma técnica simples, que consiste em deixar o obturador da câmera aberto por alguns segundos a mais, isto é, por meio da longa exposição. Para dar mais "vida" ao abstrato (estranho, isso, não?), o fotógrafo pode mover a lente de zoom, ou para mais, ou para menos, fazendo com que os elementos da fotografia ganhem movimento.
Bons exemplos de arte abstrata podem ser conferidos nos trabalhos do fotógrafo alemão Jakob Wagner. A série intitulada "Zoom" tem, como objeto principal, paisagens urbanas artisticamente retratadas de forma abstrata nas lentes de Wagner. O movimento natural é percebido graças aos borrões - aqueles mesmos que, há 30 anos atrás, diziam ser erro do fotógrafo - criados na imagem, por causa da longa exposição. Veja, abaixo, algumas de suas obras.



Fonte: Zupi.com.br

terça-feira, 25 de maio de 2010

IPhone: nem pra Buda, nem pra Jó.

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Há cerca de 20 meses, chegou ao Brasil o mais esperado de todos os celulares (ou seria pecado chamá-lo de celular?): o iPhone, da Apple. De longe, um dos mais completos gadgets já lançados no mercado, o IPhone ganhou o coração e os dedos de milhares de usuários no mundo todo (ou quase, já que existem países que não possuem tecnologia ou liberdade para isso), inclusive, nas terras tupiniquins.
Porém, quem hoje vai a uma loja adquirir o iPhone, deve ter, antes de tudo, paciência de Jó, ou ser budista praticante e apaixonado. Sim, porque paciência é o que as lojas estão pedindo - logo depois de pedir todos os seus dados para cadastro e aprová-lo -, devido ao fator "demanda", que parece não estar sendo cumprido pelo fabricante. Exatamente isso: os fornecedores, aqui (e acredito que em outras partes do planeta), jogam a responsabilidade sobre o fabricante, pode não estar conseguindo cobrir todos os pedidos a tempo.
Por outro lado, arruma-se mais um problema: quando chegar seu celular, provavelmente, outro modelo estará sendo lançado no mercado. Mais uma vez, se o cliente quiser ficar em sintonia com o que há de última geração, terá que esperar por sabe-se lá quanto tempo. Assim, nem Buda, nem Jó dão jeito.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Outdoor da controvérsia

Na Itália, uma agência publicitária decidiu usar a imagem de Hittler para compor a mensagem de um outdoor para uma loja de roupas. Até aí, um tanto quanto estranho, mas a coisa pegou porque Hitler está de vestido de rosa, com um coração no braço, tomando o lugar da suástica. 
Segundo o presidente da Associação Nacional dos Partigiani Italianos (Anpi), Ottavio Terranova, trata-se de um "fato grave que afeta os democratas sicilianos, ofende aqueles que combateram o fascismo e o nazismo e viola os princípios democráticos e constitucionais". 
Por outro lado, o publicitário e dono da agência, Daniele Manno, afirmou que o objetivo era "ridicularizar Hitler", e ao mesmo tempo, "convidar os jovens a não se deixar condicionar por seus chefes". O anúncio era uma provocação para chamar a atenção do público, e não uma apologia ao nazismo. E não vai parar por aí: o próximo a ser ridicularizado será Mao Tsé Tung, falecido líder comunista revolucionário chinês.
Se o que Manno queria era criar controvérsias e uma bela polêmica, ele atingiu seu objetivo. E, com certeza, polêmicas e controvérsias são excelentes armas para chamar a atenção e persuadir.


Abaixo, uma foto do polêmico outdoor, onde se lê: "Mude o estilo. Não siga o seu líder". Em italiano, somente a palavra "cambia" (mude, troque).


Foto: Alessandro Fucarini/AP