sexta-feira, 18 de junho de 2010

Morte por pena de morte.

Video criado pela agência TBWA. Uma campanha contra a pena de morte feita pela Anstia internacional




Amnesty International from Digital District™ VFX Post-Pro on Vimeo.

agency : TBWA
director : Pleix
production : Warm & Fuzzy
post-production : Digital District

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Publicidade: as maiores de 2009

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A edição 1411 do jornal especializado em publicidade e marketing, Meio & Mensagem, com data de 31 de Maio de 2010, trouxe o especial Agências & Anunciantes 2010, que já se tornou uma fonte tradicional de consulta de todo o mercado.
Entre 2002 e 2009, subiu de 19,3% para 28,3% a participação dos 30 maiores anunciantes da iniciativa privada na compra total de mídia no país. No caso das agências, neste mesmo intervalo de oito anos, cresceu de 45,7% para 55,1% a participação na compra de mídia das 50 maiores.
Um pequeno grupo de 19 empresas controladas total ou majoritariamente pelas gigantes multinacionais da publicidade (Aegis, Dentsu, Havas, Interpublic, Omnicom, Publicis e WPP) respondeu por um terço de toda a compra de mídia no Brasil. O índice de 32,9% constatado em 2009 contrasta com os 24,6% de 2002. Veja nas tabelas abaixo os dez primeiros dos rankings de agências e anunciantes.

As 10 maiores agências de 2009 - com desconto (em R$ mil)
1- Y&R - R$ 1.864.505
2- AlmapBBDO - R$ 689.821
3- BorghiErh/Lowe - R$ 597.804
4- Ogilvy & Mather Brasil - R$ 584.122
5- JWT - R$ 573.375
6- Neogama/BBH - R$ 524.430
7- DM9DDB - R$ 514.467
8- Fischer+Fala - R$ 432.374
9- Africa - R$ 427.769
10- F/Nazca S&S - R$ 393.881

Os 10 maiores anunciantes em 2009 - com desconto (em R$ mil)
1- Casas Bahia - R$ 1.186.166
2- Unilever Brasil - R$ 793.076
3- Ambev - R$ 373.165
4- Caixa (GFC) - R$ 350.279
5- Bradesco - R$ 288.150
6- Hypermarcas - R$ 287.227
7- Fiat - R$ 256.052
8- Hyundai Caoa - R$ 228.269
9- Petrobras (GFC) - R$ 225.336
10- TIM Brasil - R$ 220.421

A seguir, a lista das 30 empresas anunciantes que mais compraram mídia no Brasil em 2009, com os valores de investimentos (em R$) reportados pelo ranking do Ibope Monitor:

Casas Bahia – 3.059.239.000
Unilever – 1.941.632.000
Ambev – 914.580.000
Caixa Econômica Federal – 847.500.000
Hyundai Caoa – 744.504.000
Fiat - 737.947.000
Bradesco – 735.412.000
Hypermarcas – 682.147.000
TIM – 577.903.000
10º Ford - 557.021.000
11º Petrobras – 546.736.000
12º GM - 508.018.000
13º Coca-Cola – 492.906.000
14º Volkswagen – 485.956.000
15º Danone – 464.430.000
16º Reckitt Benckiser – 460.429.000
17º Vivo – 456.328.000
18º Claro - 452.736.000
19º Colgate Palmolive – 431.011.000
20º Grupo Pão de Açúcar – 421.425.000
21º Itaú – 415.494.000
22º Cervejaria Petrópolis – 397.799.000
23º Ponto Frio – 392.181.000
24º Procter & Gamble – 372.654.000
25º Peugeot Citroën – 368.288.000
26º Insinuante - 361.277.000
27º Banco do Brasil – 333.711.000
28º Avon – 301.548.000
29º Ricardo Eletro – 300.236.000
30º Supermercado Guanabara – 289.206.000


Fonte: Meio & Mensagem On-line

Marketing Ambiental: valor agregado ao produto




O texto a seguir é uma reprodução da matéria "Marketing Ambiental agrega valor ao produto", retirado do site www.marketing.com.br, mas com fonte originada em http://www.amda.org.br/

O que é o Marketing Ambiental?
Também conhecido como marketing ecológico ou verde, o marketing ambiental é uma modalidade que visa enfocar as necessidades de consumidores ecologicamente conscientes e contribuir para a criação de uma sociedade sustentável.

Como ele surge?
A primeira etapa coincide com a época em que a ecologia passou a merecer atenção, na segunda metade do século XX.
A legislação ambiental, a pressão de grupos ambientalistas e o surgimento de consumidores que querem qualidade de vida condicionam o mercado e criam ambiente propício para o desenvolvimento do marketing ambiental. Ao utilizar estratégias desta modalidade, empresas e outras entidades, entre elas as organizações não-governamentais reforçam uma imagem positiva frente à sociedade e posicionam seu produto ou serviço no mercado, diferenciando-o dos demais.
Historicamente, o grande propulsor foi a obediência à legislação. E por esta ótica, muitas vezes, o fato era e ainda é encarado como custo adicional. Esta visão limitada não permite ver que atuar sobre os impactos ambientais agrega valor ao produto ou serviço prestado. No Brasil, a legislação ambiental está alterando significativamente a economia. Junte-se a isto o fato de que a parcela de consumidores verdes está se ampliando para constatar que não agir em conformidade com a lei e exigências de consumidores pode trazer prejuízos significativos ao bolso e à imagem de uma empresa ou entidade.
Além das exigências legais, os parceiros comerciais também estão ficando mais exigentes ecologicamente, principalmente, quando o produto será exportado, quando é preciso atender também aos requisitos legais do país importador. Um dos requisitos é a certificação ambiental, ISO 14.000 e selos de garantia ecológica, que atestam que aquele produto é produzido em conformidade com as exigências ambientais. Desta forma, fica evidente que esta modalidade de marketing surge mais como uma resposta que empresas e outras entidades dão à sociedade que lhes cobra responsabilidade ambiental pelo processo de produção.
Muitos países já introduziram os “eco-selos” ou “selos verdes', que garantem que os produtos foram produzidos dentro de padrões severos e restritos de “qualidade ecológica” aprovados em nível nacional. Para usar o selo, a empresa submete-se a constantes supervisões e auditorias. Para os consumidores, os selos são uma referência importante na escolha e decisão de compra do produto, pois significam que a empresa está ecologicamente correta.
Já a obtenção da certificação ISO 14000 envolve a elaboração da análise do ciclo de vida do produto e da rotulagem ambiental. O primeiro implica em avaliar todos os estágios de sua produção, de forma a identificar os efeitos sobre o meio ambiente dos componentes e processos. Vai desde a extração de matérias-primas, inclusive o consumo de energia para fabricação, até a disposição adequada e reciclagem.
A certificação pode significar um elemento importante do marketing para produtos e empresas. A ISO 14.000 e o selo verde são mais um recurso de marketing à disposição no mercado, pois informam ao público e aos clientes potenciais o comprometimento da empresa com as práticas ambientais. 

O que uma empresa ganha com o marketing ambiental?
O marketing verde é bom para as empresas porque busca a eficiência no uso dos materiais e também ajuda a reduzir os custos. Empresas que não responderem às questões ambientais com produtos mais seguros e ambientalmente mais saudáveis estão se arriscando a perder a sintonia com o consumidor.
Ao empregar estratégias de marketing ambiental, a entidade pode aumentar sua credibilidade e legitimidade, definir sua personalidade, área de atuação e imagem, além de agregar valor à marca junto aos diversos compradores.

Como uma empresa pode ser considerada "verde"?
Ser “verde” ou ambientalmente correto não se limita, por exemplo, a inventar novas embalagens recicláveis, mas sim a administrar uma cadeia de fatos que envolvem várias etapas, desde a fabricação, relação com fornecedores, clientes, empregados, mídia e comunidade.
Implantar sistemas de gerenciamento ambiental e investir em projetos ambientais fazem parte e são a base inicial do desenvolvimento e implantação de uma completa estratégia de marketing ambiental, que tem início na definição da política de gestão e culmina com a divulgação para o mercado de uma empresa verde. É preciso criar uma nova cultura empresarial.
Ao se traçar uma estratégia de marketing ambiental para uma empresa é preciso começar pelos modos de produção, fazendo-se alguns questionamentos básicos como: quais materiais podem ser reciclados? O que pode ser feito para garantir mais durabilidade e longevidade aos produtos? Que tipo de componentes poluentes podem ser eliminados ou substituídos? Quando a empresa torna-se uma ecoempresa, ela vende mais do que produtos e serviços de qualidade, vende uma nova alternativa.
O grande desafio é conjugar melhoria contínua da qualidade ambiental das instituições com melhores resultados econômicos, em termos de eficiência produtiva. Alguns aspectos importantes devem ser considerados como economia de recursos naturais e energéticos, reaproveitamento de resíduos e reciclagem, comercialização de resíduos ou seu tratamento antes do lançamento na natureza, conquista de novos mercados, melhoria da comunicação com as comunidades e instâncias governamentais, inclusive com a redução de custos decorrentes de multas e indenizações.
Internamente, é preciso desenvolver, em todos os níveis de funcionários, campanhas de conscientização de que o descuido com os problemas ambientais pode comprometer o conceito da empresa; de que os recursos naturais são patrimônio da comunidade e que a responsabilidade em preservar o meio ambiente é de todos aqueles que trabalham na empresa e não apenas na diretoria da empresa.

Quem pode desenvolver estratégias de marketing ambiental?
O desenvolvimento de estratégias de marketing ambiental é possível tanto para o setor produtivo como para entidades do terceiro setor que atuam na área ambiental e que necessitam, no desenvolvimento de suas atividades, do aval e adesão da sociedade.
A aliança entre estes dois setores também podem render criativas campanhas que tenham como estratégia o marketing ecológico. No exterior é inclusive bastante comum as parcerias entre entidades ambientalistas e iniciativa privada, também existentes no Brasil. Na verdade, o apoio das empresas aos projetos ambientais já são uma resposta à sociedade que está mais exigente em relação ao processo de produção e em relação à responsabilidade do setor produtivo para com os recursos naturais.

Quem é o consumidor verde?
O consumidor verde prefere e paga mais por produtos ecológicos, não adquire produtos com empacotamento excessivo, prefere produtos com embalagem reciclável e/ou retornável, evita comprar produtos com embalagens não biodegradáveis, observa os selos verdes, entre outros comportamentos incorporados.

Como identificar as oportunidades de se empregar o marketing ambiental?
As oportunidades de marketing verde podem surgir de várias formas, uma delas é quando o público alvo está mais interessado em conhecer as vantagens ambientais do produto. Também é bastante difundido e visto como positivo o patrocínio de atividades ecológicas. As estratégias de marketing começam no planejamento estratégico da produção, visando-se assim aumentar a lucratividade.

Marketing Ambiental é moda?
Ainda é comum que o marketing verde seja tratado como moda por muitos, uma espécie de mania que estimula a venda em alguns poucos mercados, durante algum tempo. Em 1990, a explosão do marketing verde acompanhou o 20º aniversário do Dia da Terra. E, dois anos depois, o Wall Street Journal divulgou matérias de que o marketing verde estava definhando, o que não aconteceu.
O que na verdade ocorreu foi o seu amadurecimento, mudanças em sua concepção, tanto no significado de termos como ‘verde' e biodegradável como nas técnicas de implantação do marketing ecológico. Já não basta colocar uma logomarca ecológica nos rótulos ou colorir rótulos e embalagens em tons de verde.

Autora: Adriana Valério - Jornalista (*) 
* O texto é uma síntese do trabalho monográfico de conclusão do Curso de Pós-Graduação em Marketing e Comunicação, do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), disponível na biblioteca do UNI-BH. Se quiser receber o texto na íntegra via Internet entre em contato com Adriana Valério, pelo Fale com a Gente do Portal da Amda.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ufanismo

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Você sabia que o termo ufanismo, tal qual como é concebido, existe somente no Brasil? Mas, por quê? E o que é o ufanismo?
O termo surgiu a partir de uma obra do conde Afonso Celso (1860-1938), intitulada Porque me Ufano de meu País. O termo refere-se à auto-vanglorização do Brasil, na qual os seguidores da idéia, ou ufanistas, extrapolavam ao se vangloriar desmedidamente das riquezas brasileiras, muitas vezes expondo a si e ao país a uma situação que seria interpretada por outros como jactância, bazófia e vaidade.
E o que isso a ver com propaganda? O ufanismo foi bastante empregado na era da ditadura militar tupiniquim. Uma de suas peças mais conhecidas era um banner onde dizia: "Brasil: ame-o ou deixe-o!". Seria como dizer: "amigo, esse país é bom demais pra você. Se não está satisfeito, caia fora!". Mas, a propaganda ufanista era utilizada para para conseguir a simpatia do povo e induzi-lo a uma sensação de otimismo generalizado, visando esconder os problemas do regime.
Nesta época surgiram, então, os lemas e as músicas de apoio ao governo. As pessoas (principalmente as crianças) eram incentivadas a usar adesivos com a inscrição "Brasil: Ame-o ou deixe-o!" nas janelas dos automóveis, de casa etc.


Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Budweiser Viral

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O Marketing Viral - bem como a Publicidade Viral - está, assim como sugere até o nome, se tornando uma febre que parece não ter mais fim. Ainda bem que esse tipo de febre não ocasiona efeitos colaterais intensos, a não ser "infectar" o consumidor e fazer com que ele passe isso para frente.
As grandes marcas estão cada vez mais apostando nesse tipo de divulgação, já que utiliza bastante do humor para persuadir o consumidor. No marketing ou publicidade viral, usa-se vídeos bem produzidos e bem-humorados para prender a atenção das pessoas, as quais poderão passar o vídeo para outras, encaminhando-os por e-mail, por exemplo,  estas para outras e assim por diante. E funciona? Bem, a partir do momento em que o video tenha algo de interessante e que valha a pena encaminhá-lo aos amigos e assim sucessivamente, quer dizer que a "infecção" foi bem sucedida. A marca, sem dúvida, ficará gravada nas mentes daqueles que assistirem aos vídeos, que acabarão divulgando-os também boca-a-boca, e não só por e-mail ou redes sociais.
Abaixo, temos dois vídeos interessantes da Budweiser, que foram produzidos com vistas no poder do marketing viral. Assista-os. Comente-os.

Vídeo 1: um homem tem seu carro danificado em plena região oeste dos EUA, onde normalmente as pessoas mais velhas são altamente tradicionais e conservadoras. Ao pedir ajuda na casa mas próxima, ele é recebido por um homem sisudo e por sua (hhhmmm...) maravilhosa filha. O resultado você acompanha abaixo.



Vídeo 2: dá pra imaginar a correria que deve ser quando um órgão chega para ser transplantado. Enfermeiros, médicos, piloto do helicóptero que o transporta, enfim, a equipe toda fica, sem dúvida, quase que descontrolada. É a hora em que algo pode sair de errado e... bem, assista ao vídeo e faça seu comentário a respeito.



Abraço e até o próximo post.

Ozzy Osbourne: susto em museu de cera

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O Museu Madame Tussaud, em New York City, é onde estão os bonecos de cera mais realistas do mundo. Tão realistas que, se você fizer uma foto ao lado de um dos bonecos e voltar da viagem dizendo aos amigos que conheceu Bono Vox, mostrando-lhes a foto, sem dúvida, eles vão achar que você teve muita sorte.
Mas, o que aconteceu recentemente no museu foi de deixar os visitantes ainda mais intrigados e contentes. Eis que, para divulgar seu novo álbum, Scream (grito, em português), ninguém menos que Ozzy Osbourne - ex-Black Sabbath -, em pessoa, não em cera, pregou uma peça bem-humorada sobre os visitantes do museu. Ao aproximarem do "boneco" de Ozzy, este se mexia e assustava os visitantes que, em contrapartida, gritavam e saíam correndo. Levando-se em consideração o título do álbum, a ação de marketing desenvolvida por Ozzy vem a calhar. É pena que o museu Tussaud não é itinerante, pois poderia ser uma chance para outros fãs do rockeiro "comedor de morcegos" (também outra ação de marketing acerca do artista) conhecerem mais de perto seu ídolo.
Abaixo, o vídeo produzido pela equipe de Ozzy para registrar os sustos dos visitantes.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Propaganda de Garotinho é vetada no RJ


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A propaganda partidária do Partido da República, do ex-governador do Rio Anthony Garotinho, foi suspensa pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Aldir Passarinho Junior por conter uma série de críticas ao governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB).

O PMDB acusou o PR de usar as inserções de 30 segundos em exibição para fins eleitorais ao atacar Cabral, que é pré-candidato à reeleição. Garotinho também é pré-candidato.

Fonte: Diário Catarinense on-line

Designers For Obama




Yes, We Can!

Sim, nós podemos! Seria uma frase comum, se dita por uma pessoa comum. Contudo, foi dita pelo candidato mais celebrado dos Estados Unidos, hoje, seu presidente, Barack Obama.
À época das prévias e longas viagens dos candidatos, uma agência de publicidade norte-americana, a Spike-DDB, dirigida por ninguém menos que Spike Lee (roteirista e diretor hollywoodiano - "Faça a Coisa Certa", "Malcom X"), fez uma espécie de convocação de gênios do design para criarem materiais que poderiam servir na divulgação da candidatura de Obama. A participação foi mais do que o esperado e o nível de criatividade foi tão alto que o resultado disso foi um livro de capa dura, formato grande, com 182 páginas, intitulado "Designers for Obama".
Trata-se de uma obra de importante referência visual, da qual designers e publicitários de qualquer parte do planeta podem se orientar ou buscar inspiração, dado o excelente nível dos trabalhos.
O livro contém pouco texto, já que as imagens, evidentemente, é que compõem a suma comunicativa da obra. Está escrito em espanhol, inglês, italiano e português lusitano. Disponível nas melhores livrarias do país.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Quando um "Erro" torna-se Arte

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Lembro-me quando ganhei minha primeira câmera fotográfica de verdade, lá pelos idos de 1980. Fotografava de tudo, até o "nada". Como assim, o nada? Simples, errava o shot e a imagem saía borrada, indecifrável e esquisita. Ou seja, errava feio, enquanto iniciante-fotógrafo-amador.
Mas, o tempo foi passando e a mentalidade das pessoas mudou. E como! A sensibilidade para a arte ficou tão aguçada que até o que era considerado erro tornou-se arte. Arte abstrata.
Isso é conseguido por meio de uma técnica simples, que consiste em deixar o obturador da câmera aberto por alguns segundos a mais, isto é, por meio da longa exposição. Para dar mais "vida" ao abstrato (estranho, isso, não?), o fotógrafo pode mover a lente de zoom, ou para mais, ou para menos, fazendo com que os elementos da fotografia ganhem movimento.
Bons exemplos de arte abstrata podem ser conferidos nos trabalhos do fotógrafo alemão Jakob Wagner. A série intitulada "Zoom" tem, como objeto principal, paisagens urbanas artisticamente retratadas de forma abstrata nas lentes de Wagner. O movimento natural é percebido graças aos borrões - aqueles mesmos que, há 30 anos atrás, diziam ser erro do fotógrafo - criados na imagem, por causa da longa exposição. Veja, abaixo, algumas de suas obras.



Fonte: Zupi.com.br

terça-feira, 25 de maio de 2010

IPhone: nem pra Buda, nem pra Jó.

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Há cerca de 20 meses, chegou ao Brasil o mais esperado de todos os celulares (ou seria pecado chamá-lo de celular?): o iPhone, da Apple. De longe, um dos mais completos gadgets já lançados no mercado, o IPhone ganhou o coração e os dedos de milhares de usuários no mundo todo (ou quase, já que existem países que não possuem tecnologia ou liberdade para isso), inclusive, nas terras tupiniquins.
Porém, quem hoje vai a uma loja adquirir o iPhone, deve ter, antes de tudo, paciência de Jó, ou ser budista praticante e apaixonado. Sim, porque paciência é o que as lojas estão pedindo - logo depois de pedir todos os seus dados para cadastro e aprová-lo -, devido ao fator "demanda", que parece não estar sendo cumprido pelo fabricante. Exatamente isso: os fornecedores, aqui (e acredito que em outras partes do planeta), jogam a responsabilidade sobre o fabricante, pode não estar conseguindo cobrir todos os pedidos a tempo.
Por outro lado, arruma-se mais um problema: quando chegar seu celular, provavelmente, outro modelo estará sendo lançado no mercado. Mais uma vez, se o cliente quiser ficar em sintonia com o que há de última geração, terá que esperar por sabe-se lá quanto tempo. Assim, nem Buda, nem Jó dão jeito.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Outdoor da controvérsia

Na Itália, uma agência publicitária decidiu usar a imagem de Hittler para compor a mensagem de um outdoor para uma loja de roupas. Até aí, um tanto quanto estranho, mas a coisa pegou porque Hitler está de vestido de rosa, com um coração no braço, tomando o lugar da suástica. 
Segundo o presidente da Associação Nacional dos Partigiani Italianos (Anpi), Ottavio Terranova, trata-se de um "fato grave que afeta os democratas sicilianos, ofende aqueles que combateram o fascismo e o nazismo e viola os princípios democráticos e constitucionais". 
Por outro lado, o publicitário e dono da agência, Daniele Manno, afirmou que o objetivo era "ridicularizar Hitler", e ao mesmo tempo, "convidar os jovens a não se deixar condicionar por seus chefes". O anúncio era uma provocação para chamar a atenção do público, e não uma apologia ao nazismo. E não vai parar por aí: o próximo a ser ridicularizado será Mao Tsé Tung, falecido líder comunista revolucionário chinês.
Se o que Manno queria era criar controvérsias e uma bela polêmica, ele atingiu seu objetivo. E, com certeza, polêmicas e controvérsias são excelentes armas para chamar a atenção e persuadir.


Abaixo, uma foto do polêmico outdoor, onde se lê: "Mude o estilo. Não siga o seu líder". Em italiano, somente a palavra "cambia" (mude, troque).


Foto: Alessandro Fucarini/AP

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Children See, Children Do.

A publicidade sempre fez uso da imagem do herói para conseguir o approach e conquistar a confiança do público. E isso não tem sido diferente nos dias atuais, muito pelo contrário e, assim como Hollywood, os antigos heróis têm estado cada vez mais próximos do público, como que ressuscitados para uma única finalidade: persuasão.
Mas, será que funciona? Levando-se em consideração os seguintes fatores: a) esse tipo de propaganda - usando o super-herói, principalmente, o "da hora" - ser mais voltada ao público infanto-juvenil; b) esse mesmo público ter o herói como referência pessoal; e c) tomando por base a máxima "Crianças vêem, crianças fazem" (da campanha "Children see, children do", lançada em setembro de 2006 pela ONG australiana Associação Nacional pela Prevenção de Abuso e Negligência Infantil), pode-se dizer, com certeza, que esse tipo de abordagem realmente funciona.

O vídeo abaixo foi criado pela agência Deutsch LA e produzido por Prettybird e Cut + Run para a campanha de uma bebida refrigerante, a Dr. Pepper. Esse vídeo, além de referir-se ao Homem de Ferro, tem a participação especial do criador deste e de outros super-heróis, o verdadeiro herói Stan Lee. Confira.



Os heróis criados por Stan Lee, por exemplo, que o digam. Sendo assim, personagens como o Homem de Ferro, que, atualmente, está bombando nos cinemas em sua segunda aventura cinematográfica, e outros tantos que já passaram pelas cercanias da publicidade, possuem muito mais força na mensagem do que seus poderes sobre-humanos podem fazer. Isto é, os heróis conseguem penetrar no coração e na mente de seus fãs e trabalham, neles, o que se chama de "efeitos de sentido", o qual procura "aguçar a reflexão dos telespectadores acerca da importância de os adultos serem um modelo de referência positiva às crianças."
Acredito que, nesse início de século XXI, está ocorrendo o renascimento daqueles heróis criados por Stan Lee, desde a década de 40. Isso quer dizer que eles serão, por um bom tempo, ainda, importantes personagens e confiáveis referências no meio publicitário, pois possuem poder de persuasão inigualável, primeiro, devido ao seu heroísmo (mesmo que advindo de uma fantasia do criador) e, segundo, por atingirem um público que "faz o que vê", especialmente, se, quem estiver no comando, for um adulto. Pois, que venham os heróis e consigam fazer dessa nova galera uma geração de pessoas responsáveis e independentes, no futuro. What children see, children do.


Fontes:
http://www.unioeste.br/prppg/mestrados/letras/revistas/travessias/ed_001/linguagem/AN%C1LISE%20SEMI%D3TICA%20DA%20CAMPANHA%20PUBLICIT%C1RIA.pdf 



quinta-feira, 20 de maio de 2010

Curiosidade publicitária 2

Mais um comercial daqueles...

A Nissan, a exemplo da Toyota, também utilizou os seios de uma modelo para passar a mensagem da eficiência da suspensão da Pathfinder. Confira o vídeo, pense e comente.





Curiosidade publicitária

Comerciais vetados.

Alguns comerciais, dada a sua ousadia, acabam caindo nas redes da censura. Parte deles ainda consegue ser veiculada, até que alguém chega e fala: "Minha mãe ficou horrorizada com aquele comercial." Basta isso para que o censo, cego e mudo, roube a cena.
Um comercial feito para uma concessionária da Toyota em São Paulo é um desses que caiu na malha fina da censura e acabou tornando-se prejuízo para o cliente. O objetivo maior desse comercial é frisar a eficiência do ar-condicionado de série. Veja, pense e comente a respeito.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Portifólio de Barbas

Para uns, barba é sinônimo de sabedoria; para outros, um punhado de pelos que deixa o rosto com aspecto sujo. Para Matt Rainwaters, ela é sinônimo de arte. Pelo menos é o que demonstra o seu portfolio, ou melhor, beardfolio, compilação de imagens de homens que ostentam inusitados cavanhaques, costeletas, bigodes e barbixas diversas. As inusitadas formas, tamanhos e cores mostram como, realmente, a barba pode abusar de estéticas curiosas.  











  Fonte: Revista zupi
  Veja mais:Matt Rainwaters

Coca-Cola com embalagem re-inventada

Reinventaram, se é que assim pode-se dizer, a embalagem da coca-cola. Agora, em sintonia com as "febres" do mundo atual: ecologia e sustentabilidade.
Sabe-se que as garrafas plásticas, apesar de recicláveis, são aproveitadas em apenas 50%, sendo que os outros 50% continuam esperando, quietinhos, espalhados pelos quatro cantos do mundo, agindo como verdadeiros deterioradores da natureza. Legal, não é?
Mas, legal, mesmo, foi a idéia de um estudante universitário inglês, de nome Andrew Kim. Em um trabalho para a faculdade, ele usou da simplicidade e da lógica para criar as embalagens do que ele denominou "Eco Coke". A primeira novidade, visual, está no formato da garrafa, isto é, ao invés do convencional formato cilíndrico irregular, Kim propõe um formato retangular, o qual fornece manuseio mais prático e reduz o espaço necessário para armazenagem, seja dentro ou fora do refrigerador.

Este anúncio fictício traz a mensagem: "O mesmo gosto clássico, apenas mais verde." 

  Com a frase "O mesmo gosto clássico, apenas mais verde", Kim fechou com chave de ouro sua "re-invenção". Quer dizer que a bebida - não só a Coca-Cola, como também seus outros refrigerantes -, continua a mesma, "mas os meus cabelos..." Vamos concordar num ponto: não sei como os gênios da garrafa de vidro não pensaram nisso antes (nem mesmo com a re-embalagem da bebida láctea, que antes era mais comum em saquinhos plásticos). 
O conceito ecológico se dá não pelo formato da embalagem, mas pela matéria-prima usada: subprodutos da cana-de-açúcar, que são completamente recicláveis e, praticamente, não agridem o meio-ambiente tal qual o plástico. Aliás, nem se compara.

Esquema do projeto de Kim evidencia a preocupação do estudante com seu trabalho. Aqui, pode-se observar com detalhes a "planta" da Eco Coke.






Esteticamente, além do novo formato, a posição descentralizada da tampa oferece maior conforto ao beber. Em adição, o grafismo da marca ficou bem preservado e continua facilmente identificável. O mesmo produto, o mesmo sabor, um design moderno, funcional, embalagem econômica e ecologicamente viável.
Apesar da inovadora e ótima idéia de Kim, não há nada que evidencie o interesse da Coca-Cola em comprá-la. Por certo, se isso não acontecer, os critativos da marca terão que se virar pra criar algo tão extraordinário quanto o trabalho do jovem inglês. Por enquanto, parabéns ao rapaz.

Mais em: http://obviousmag.org/archives/2010/05/re-inventar_a_garrafa_de_coca-cola_-_andrew_kim.html#ixzz0oHuuFGJs

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Campanha eleitoral com cara nova! Nós temos a fórmula.

Todo ano a mesma coisa, as mesmas caras, com as mesmas poses. Por que não fazer diferente?!
A Lab Comunicação traz a solução completa para você, candidato. Confira!



Comunicação eleitoral from LAb on Vimeo.

terça-feira, 11 de maio de 2010

F.an / TWO MINUTES from maxime bruneel on Vimeo.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Coca-Cola Zero | Esqueci


"Esqueci" é o título deste fantástico comercial da Coca Cola Zero aqui no Brasil. Vale a pena vê-lo e revê-lo, até que você não esteja rindo mais.



Subliminar, meu caro público.

De acordo com a Wikipedia, mensagem subliminar "é a definição usada para o tipo de mensagem que não pode ser captada diretamente pelos sentidos humanos. Subliminar é tudo aquilo que está abaixo do limiar, a menor sensação detectável conscientemente. Importante destacar que existem mensagens que estão abaixo da capacidade de detecção humana - essas mensagens são imperceptíveis, não devendo ser consideradas como subliminares. Toda mensagem subliminar pode ser dividida em duas características básicas, o seu grau de percepção e de persuasão.".
E, segundo um vídeo encontrado no Youtube, há mensagens subliminares de peso em desenhos do Walt Disney. Veja o vídeo e comente o que você acha sobre isso.


Coca Cola Zero (Argentina)

Sem sombra de dúvida, esse comercial argentino da Coca Zero teria sido vetado no Brasil, devido às tantas imposições que o Conar coloca sobre a criatividade das agências. O curioso, no entanto, é que novelas - a partir das 18h00 - pode mostrar o que quiser, pois isso não faz mal a ninguém. Nem mesmo ao público infantil.
De qualquer forma, um comercial simples, mas criativo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Publicidade mata!

Quando feita à revelia, quando feita sem paixão, mesmo que, sobre ela, haja certo profissionalismo. Há comerciais - impressos, televisivos e na Internet - de completo mau gosto, que foram desenvolvidos por agências com certo renome e experiência de mercado, fato este até mesmo estranho e de difícil assimilação. Mas, por que isso ocorre?
Na verdade, isso se dá devido a uma série de fatores que, num efeito dominó, acabam por derrubar completamente a comunicação, ou a mensagem que nela está contida. Um desses fatores é externo e diz respeito ao "empresário que entende de tudo", inclusive, de propaganda. Esse tipo de empresário, que normalmente não quer saber da criatividade dos profissionais da agência, palpita em todos os pontos e dita, ele mesmo, a redação e as imagens que farão seu comercial. Ele pode entender e compreender tudo o que se passa dentro dos limites de sua empresa, mas, daí ser também um "publicitário", não haveria necessidade alguma em contratar uma agência.
Outro fator, interno, é a falta de interação entre os profissionais da agência. Todos devem estar em perfeita sintonia quanto ao material publicitário de uma conta, a fim de conseguirem o objetivo maior, que é a sensibilização do público alvo e, claro, a conseqüente satisfação do cliente. A redação e a arte formam a dupla de criação e não perambulam sozinhas dentro da agência. Essa dupla, de forma alguma, deve pensar que é única: ela depende também de outros profissionais da propaganda, ou seja, o pessoal do tráfego, do atendimento, da recepcionista e, por que não, até mesmo daquela maravilhosa pessoa que nos serve o cafezinho todos os dias.
Propaganda mal feita, ou feita com egoísmo mata. Mata o cliente e mata também sua agência.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Teaser do lançamento do Edifício Le Premier - Palmas/TO

Confira abaixo o Teaser que a Lab Comunicação desenvolveu para o Lançamento do Edifício Le Premier, Palmas/TO, da Construtora TEWAL em parceiria com a ARACATI Construções! O maior empreendimento imobiliário do Estado do Tocantins, e o primeiro Edifício UM por andar de Palmas!!!


Lab Comunicação: O laboratório de criatividade!

A Lab Comunicação é uma agência onde mentes criativas planejam, pesquisam, desenvolvem e executam todas as soluções inteligentes para que sua empresa tenha destaque e visibilidade no mercado. Confira abaixo o vídeo criado pelo departamento de Criação da Lab, chamado "Máquina de criatividade".


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A arte de fazer propagandas!

Todos conhecemos aquele jargão que diz que "propaganda é a alma do negócio", e é verdade. Sem uma boa propaganda é quase impossível que um produto tenha uma história de sucesso quando colocado no mercado. A concorrência e a exigência dos consumidores tornam extremamente necessário que a empresa mostre nos 30" de VT o que é o produto, de onde, pra que serve e porque devemos dar preferência àquele produto.
Quando feitas por um profissional competente, a propaganda encanta, transforma crenças, muda a forma das pessoas de enxergar determinados assuntos e muitas vezes até faz com que as pessoas acreditem em mudanças, em um mundo melhor.
A ABAP (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) junto com a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) criaram um comercial ressaltando as importâncias de se fazer propaganda, e o quanto tais propagandas já marcaram e continuam marcando a vida dos consumidores, porque no fim das contas nem propagandas sobrevivem sem a sua propaganda!!

Abaixo o vídeo do comercial, que chama-se "Propaganda faz diferença":
 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Já é possível ficar 'ON' nos céus do Brasil...

Há algum tempo, empresas aéreas do exterior conseguiram aprovar o uso de celulares e o acesso a internet através destes durante voos. Essa semana, empresas brasileiras de aviação também aderiram a essa novidade! Agora, qualquer pessoa pode falar ao telefone, trocar mensagens, trocar e-mails, acessar sites, trabalhar, estudar, se divertir dentro de um avião em pleno voo. Então basta os cintos serem desativados após a decolagem para os sinais serem liberados via satélite... até 12 passageiros podem usar o serviço ao mesmo tempo! Claro que como tudo que é novo tem que passar por testes e uma fase de experiência, o serviço por enquanto estará disponível em voos restritos, para que se avalie os prós e contras dessa tecnologia! E como nada é de graça, a conta dessa nova "regalia" chegará para o usuário juntamente com sua conta de telefone, e a tarifa será definida por cada operadora.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Mais um Lançamento da Construtora TEWAL!!




'Le Premier' é outra marca criada pela Lab Comunicação para mais um lançamento da Construtora e Incorporadora TEWAL. Esse luxuoso Condomínio está sendo construído em Palmas/TO, e a Lab também vai desenvolver não só a marca, mas todo o material de divulgação desse empreendimento. À cima estão duas aplicações da marca já criada, que segue a linha clássico-luxuoso do Edifício, que por ser o primeiro "Um por andar" da capital, possui um público bem selecionado!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Lançamento Edifício Diamond - Gurupi/TO


     A Construtora e Incorporadora TEWAL, de Gurupi/TO, está lançando seu mais novo empreendimento: Edifício Diamond. A Lab Comunicação desenvolveu a marca e está desenvolvendo todo o material de divulgação e lançamento do Edifício. Seguem nas imagens, a marca e a papelaria que já foram desenvolvidas.